Quem são profissionais da quarta revolução tecnológica? Descubra!

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Robótica, inteligência artificial, realidade aumentada, big data, impressão 3D e nanotecnologia. Se você já ouviu falar sobre isso ou teve oportunidade de assistir a alguma apresentação que englobe esses conceitos, saiba que o que presenciou foi uma pequena amostra da quarta revolução tecnológica.

Especialistas garantem que essa transformação vai mudar consideravelmente a forma com que a sociedade vive, trabalha e se relaciona, sendo diferente de qualquer coisa que a humanidade tenha experimentado antes. Filmes futuristas com carros que se movimentam sem motoristas ou funcionários robôs que lavam a louça estão cada vez mais perto de sair da ficção e virar realidade.

Está curioso e quer saber mais? Continue a leitura e descubra do que se trata essa revolução, como a sua empresa pode se adaptar a essa nova era e de que forma o negócio e seus profissionais podem sair ganhando. Acompanhe!

O que é a quarta revolução tecnológica

Para entender o que é a quarta revolução tecnológica, é preciso lembrar um pouco da história. No século 18, o comércio foi chacoalhado pelas máquinas de vapor e a fabricação de tecidos. Um século depois, a energia elétrica fez-se presente, acelerando e barateando os processos.

Recentemente, no século 20, passamos pela era digital. Computadores traçaram o início dessa transformação por meio da inteligência artificial e a queridinha de todos nós: a internet. Ela mudou a forma como nos relacionamos, a comunicação pessoal, o lado profissional e criou novos hábitos de consumo.

A informação, sempre na palma da mão, fez o ser humano ir além e permitiu que a tecnologia continuasse avançando a passos largos. E então chegamos à quarta revolução, em que a ordem é a integração de informações para automatizar muitas funções do mercado. Suas principais características são duas, que detalharemos a seguir.

Análise de dados

Se, no passado, os recursos eram o que havia de mais valioso na indústria e no comercial, a tendência para os próximos anos é que o conhecimento seja a mercadoria mais valiosa.

Saber analisar dados para um melhor aproveitamento dos recursos, redução do tempo de produção e aumento da qualidade de produtos e serviços já dá os seus sinais de valorização no mercado.

Qualquer informação que possa ser transformada em número é um importante instrumento para o desenvolvimento de empresas, novas tecnologias e soluções inovadoras em qualquer segmento da sociedade.

Inteligência artificial

A captura desses dados deve ser realizada pelas ferramentas adequadas, como Big Data e o armazenamento em nuvem.

Além disso, as máquinas tornam-se cada vez mais inteligentes e a automatização de processos e funções chegará ao nosso dia a dia em breve.

Como desenvolvê-la dentro das empresas

O mercado de trabalho no Brasil e no mundo já opera com alguns elementos atribuídos à quarta revolução tecnológica. Vamos aos exemplos:

  • engenheiros que trabalham com análises e contam com softwares que organizam e leem os dados automaticamente, sendo que no passado o cálculo era feito todo à mão;
  • os supermercados brasileiros já apresentam caixas automáticos, em que o cliente passa as compras e faz o pagamento sozinho;
  • Uber e Google desenvolvem carros autônomos e os veículos já estão em fases de teste;
  • no Japão já existem hotéis operados por uma equipe robótica que substitui cerca de 90% da força de trabalho humana, incluindo os robôs até mesmo na recepção.

Diante desse cenário, o que devemos fazer? Sentar e esperar a substituição de homens por máquinas ou inovar e se adaptar a isso?

Primeiramente, é importante frisar que existem discussões éticas em torno da substituição de colaboradores humanos pelas ferramentas de Inteligência Artificial. Contudo, há uma previsão assustadora do fim de mais de cinco milhões de empregos ao redor do globo.

Quem se adaptar a essa nova realidade certamente vai preservar o seu futuro profissional. Algumas funções continuarão a ser automatizadas, como já acontece, mas com as estratégias certas é possível que os negócios no Brasil comecem a se movimentar no sentido de criar cargos que vão ser importantes na era da automação.

O fato é que algumas atividades vão desaparecer e outras se tornarão comuns. A maioria delas você nem sabe que existe, e muitas realmente ainda não foram concebidas.

Portanto, o progresso dessa transformação dentro de uma empresa depende do desenvolvimento de habilidades como a criatividade, impossível de ser alcançada por máquinas, mas totalmente possível de ser conciliada aos robôs.

Serão valorizados aqueles que saibam manipular dados e entendam de programação e TI. Sobreviverá quem conseguir se adaptar a essa nova realidade, conciliando as ferramentas digitais com a prestação de serviços humana.

O e-learning como prática para educar os colaboradores

A quarta revolução tecnológica também pode ser desafiadora. Separar a robótica dos humanos sem prejudicar os trabalhadores, analisar minuciosamente o uso da tecnologia, equilibrar o consumo de energia elétrica e insumos que fazem as máquinas funcionarem são elementos que não podem ser ignorados.

Essa transformação não aconteceu por acaso, configurando uma demanda da atual rotina da sociedade, que anseia por mais praticidade. Os modelos tradicionais caem em desuso e, para que esse mesmo coletivo não se perca entre o desequilíbrio e o desemprego, é preciso estar treinado.

As empresas devem focar em desenvolver novas habilidades em seus colaboradores para que estejam adequados e alinhados às expectativas do mercado. Sendo assim, que tal experimentar uma ferramenta digna da quarta revolução tecnológica?

O e-learning é uma alternativa bastante pertinente, rápida e de baixo custo para educar as equipes de um negócio. Os mais variados treinamentos podem ser realizados online e, como não exigem deslocamento ou um alto investimento, a formação pode ser contínua.

Dessa forma, seus colaboradores estarão sempre atualizados e ajustados ao que o mercado exige no momento e, assim, a adaptação a essa transformação ocorre quase que naturalmente. Consequentemente, tanto a empresa quanto seus profissionais saem ganhando.

A quarta revolução tecnológica é uma realidade e, com as estratégias corretas, a adaptação das empresas pode acontecer de maneira tranquila, sem que o negócio fique para trás e ainda tenha a chance de conservar seus profissionais.

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